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Foo Fighters

VÍDEO: o Foo Fighters tocou no Glastonbury 2017 e você precisa assistir a esse show

Dave Grohl na bateria durante cover do Queen no Glastonbury 2017. Foto: Reprodução/YouTube

Alguém aí espera que um show do Foo Fighters seja menos do que ótimo? A gente não.

E foi exatamente isso que os caras nos provaram mais uma vez com a sua apresentação no Glastonbury Festival, que rolou no último sábado (24).

Em um set de pouco mais de duas horas, os Foos entregaram uma enxurrada de hits e a contagiante carisma de Dave Grohl à multidão reunida em frente ao palco Pyramid. A banda iniciou com “Times Like These”, uma novidade, e a dedicou à cantora Florence Welch. Vale lembrar que em 2015 o Foo Fighters cancelou sua aparição no festival por conta da perna quebrada de Dave, e quem substituiu a banda foi o Florence + The Machine. No dia, o grupo fez uma cover de “Times…” em homenagem a Grohl.

Prosseguindo com o showzão, rolou uma dedicatória de “Cold Day In The Sun” a Liam Gallagher, que tocou mais cedo no festival, e de “Walk” ao cirurgião que consertou a perna do frontman. Mas a melhor veio pouco depois: após avistar um cara completamente nu (!) na plateia, Dave dedicou “My Hero” ao rapaz. Propício.

Mais a frente, antes de tocar a acústica “Skin and Bones”, Dave fez piada com a proibição do evento a palavrões durante os shows. Até então, o recorde de vezes que a palavra “fuck” foi dita era de Adele, mas a banda deu um jeito e fez uma jam onde a letra continha apenas a palavra, várias e várias vezes.

Antes de encerrar a apresentação com “Everlong”, Grohl dedicou a canção a Laura, falecida esposa de um fã que pediu ao vocalista que fizesse isso. Um momento lindo para finalizar um show mais lindo ainda.

Confira abaixo o setlist e o show na íntegra!

  1. Times Like These (dedicada ao Florence + The Machine)
  2. All My Life
  3. Learn to Fly
  4. Something From Nothing
  5. The Pretender
  6. Cat Scratch Fever / Another One Bites the Dust / Blitzkrieg Bop (Ted Nugent/Queen/The Ramones, trechos ao introduzir os membros da banda)
  7. Cold Day in the Sun
  8. Congregation
  9. Walk (dedicada ao cirurgião que consertou a perna de Dave)
  10. These Days
  11. My Hero (dedicada ao peladão na plateia)
  12. Wheels
  13. Run
  14. This Is a Call
  15. Arlandria
  16. Monkey Wrench
  17. Best of You
  18. Skin and Bones
  19. Under Pressure (Queen cover) (Dave na bateria, Taylor nos vocais)
  20. Everlong (dedicada a Laura)

Por Stephanie Hahne

Semana Glastonbury: Perguntas e Respostas com o agente do Foo Fighters, Russell Warby

Russell Warby

Os Foo Fighters vão encerrar as apresentações do Pyramid Stage no Glastonbury neste sábado ─ dois anos depois de terem um show cancelado no festival. A banda deveria ser a principal atração do festival em 2015, mas foi substituída por Florence + The Machine depois que o vocalista Dave Grohl quebrou a perna.

Aqui, o agente deles, Russell Warby (WME), que também representa Jack White e os Strokes, conversa com a Music Week sobre um dos “vovôs” do cenário dos festivais.

Por que o Glastonbury é considerado um evento tão importante?

O Glastonbury é reconhecido como um dos “vovôs” do circuito de festivais, junto com o Roskilde (Dinamarca), Pinkpop (Holanda) e o Rock Werchter (Bélgica) ─ mas é conhecido no mundo todo. Obviamente pode ser um show muito fundamental.

Mesmo antes das coberturas televisivas, uma boa apresentação no Glastonbury podia mesmo mudar o rumo da sua carreira. Tenho certeza de que a Florence substituindo os Foos em 2015 foi muito importante para ela, mas também sei que o Pulp substituindo os Stone Roses foi um show incrivelmente importante na carreira deles. Incidentalmente, acampei perto de Jarvis (que tinha uma cabana fantástica dos anos 70).

O quão integral é uma cobertura televisiva?

Eu acho que a cobertura da BBC é excelente; ninguém faz melhor que eles e obviamente possibilitam que todas aquelas pessoas que infelizmente não puderam comprar um ingresso ou apenas preferem assistir a shows sentados em suas salas de estar tenham a oportunidade de compartilhar toda aquela mágica.

Quando os Foo Fighters tiveram que cancelar o show dois anos atrás, você tinha qualquer suspeita de que a banda retornaria em 2017?

Em 2015, quando o Dave quebrou a perna, tivemos que cancelar vários shows e ficamos muito desapontados. Naquele momento, já sabíamos que o Glastonbury tinha ideias bem definidas quanto a quem eles queriam como atrações principais em 2016, e não foi uma consideração séria para nós o retorno, de qualquer forma.

Comecei a falar com o (co-organizador do festival) Nick Dewey no início do ano passado, sobre os Foos voltarem este ano, porque originalmente 2017 seria um ano de intervalo, mas quando eles decidiram que não seria e que fariam o intervalo em 2018, discutimos com os empresários dos Foo Fighters e todo mundo concordou que seria uma ótima ideia voltar agora.

Quais momentos do Glastonbury vêm à sua cabeça envolvendo artistas que você representa?

Os White Stripes como atração principal do Glastonbury foi um evento extraordinário. Jack White continua apreciando um longo relacionamento com o festial. Ele se apresentou de todas as formas e foi um verdadeiro salto de fé do festival quando os White Stripes foram a atração principal da sexta-feira à noite, foi um dia depois que os céus se abriram e alguém, que trouxe uma canoa, descobriu que seu momento de glória havia chegado.

Os White Stripes nunca tinha sido a atração principal em uma arena, ou qualquer coisa dessa natureza, quando eles encerraram as apresentações do palco principal! O Glastonbury costuma definir o tom, e foi uma decisão ousada, mas sábia assumir esse risco e colocar um artista no palco principal; isso realmente os ajudou a se tornarem atrações principais mais vezes no futuro.

Quais aberturas você considera as mais desejáveis ─ depende de quais atrações estão se apresentando em outros palcos na hora?

Você não costuma saber quem está tocando nos outros palcos até bem mais tarde, porque há muitos agentes trabalhando em palcos diferentes e você nem sempre sabe até o último minuto quem está competindo com o quê. E o festival vai tentar resolver quaisquer conflitos, mas uma hora eles vão acontecer. Quando há tantos palcos assim, você acaba tendo alguns problemas em termos de artistas diferentes que pessoas gostariam de ver tocando ao mesmo tempo.

Muitos artistas acabam fazendo aberturas que eles, talvez, não considerariam normalmente. Acho que é bem conhecido o fato de que, talvez, as aberturas que ocorrem mais cedo na sexta são mais atrativas porque é quando a maior parte do entretenimento ao vivo acabou de começar, então a essa hora você terá pessoas que já chegaram na quarta-feira. Até sexta, no final da manhã, eles já estão desesperados por mais entretenimento.

Provavelmente a fonte dessa mágica é que o Glastonbury nunca poderia ser definido como um tipo ou outro de festival. Nos últimos anos eles começaram a abraçar o rock de uma forma que eles não faziam antes, mas praticamente todo o resto tem sido representado. Onde mais você poderia ver o Johnny Cash se apresentando no palco principal à tarde?

Tradução: Giovana Moretti
Entrevista: James Hanley
Fonte: Music Week

Novo álbum do Foo Fighters terá participação do(a) “maior popstar do mundo”

Dave Grohl ao vivo com o Foo Fighters. Foto: Reprodução

Cada notícia é um tiro: agora sabemos de mais um detalhe bem interessante sobre Concrete and Gold, novo álbum do Foo Fighters.

Em entrevista à BBC, Dave Grohl revelou que nono disco de estúdio dos caras está repleto de participações especiais. E para deixar a gente ainda mais curioso e com vontade de ouvir, Dave deixou escapar que vai rolar uma colaboração com um(a) popstar!

Olha aí o que ele disse:

“Alguns vão realmente surpreender vocês! […] Tem um que é provavelmente o(a) maior popstar do mundo e — não estou brincando — canta o backing vocals de uma das músicas mais pesadas do disco, e não vamos dizer quem é!”

Quem vem à sua cabeça: Adele? Beyoncé? Harry Styles? Bruno Mars? Vale lembrar que quem andou de papo com o rock foi a Lady Gaga após cantar com o Metallica no Grammy Awards deste ano. E também, lá em 2014, a cantora Lorde foi frontwoman do Nirvana durante uma música, na indução da banda ao Hall da Fama.

Concrete and Gold chega às lojas no dia 15 de Setembro, mas você já pode acessar a pré-venda clicando aqui.

Confira a tracklisting:

01. T-Shirt
02. Run
03. Make It Right
04. The Sky Is a Neighborhood
05. La Dee Da
06. Dirty Water
07. Arrows
08. Happy Ever After (Zero Hour)
09. Sunday Rain
10. The Line
11. Concrete and Gold

Por Stephanie Hahne

LEIA TAMBÉM: Confira na íntegra e traduzida a carta de Dave Grohl sobre o novo álbum

 

Foo Fighters anuncia novo álbum, “Concrete and Gold”; confira detalhes e carta de Dave Grohl

Capa de “Concrete and Gold”, novo disco do Foo Fighters

Agora é real! Se segura na cadeira! O Foo Fighters acaba de anunciar o tão esperado nono álbum de estúdio, Concrete and Gold.

Por meio das redes sociais, a banda divulgou nome, capa, lista de músicas e uma carta assinada por Dave Grohl que explica por onde os caras andaram nos últimos meses (leia a tradução na íntegra abaixo). Quem apostou que estavam em estúdio acertou!

O trabalho é produzido por Greg Kurstin, produtor conhecido por trabalhar com Adele no excelente 25, e com Liam Gallagher, ex-Oasis. A notícia veio como uma surpresa para os fãs acostumados com a produção de Butch Vig, mas vamos apostar nossas moedinhas na competência de Kurstin!

Além de tudo isso, o Foo Fighters ainda anunciou a turnê norte-americana de apoio ao disco e um festival CHEIO de banda boa: tem Queens Of The Stone Age, Cage The Elephant, Liam Gallagher, The Kills, Royal Blood, Bob Mould, Babes in Toyland e muito mais! O evento rola em San Bernardino, na Califórnia, no dia 7 de Outubro. As datas da nova turnê você confere clicando aqui.

Concrete and Gold chega às lojas no dia 15 de Setembro, mas você já pode acessar a pré-venda clicando aqui.

Leia a carta de Dave Grohl sobre o novo trabalho:

Queridos todos,

Vocês se lembram daquele ‘hiato’ no qual que estávamos? Bem, nós mentimos.

Passamos os últimos seis meses gravando um álbum gigantesco do Foo Fighters com nosso amigo/gênio/mente brilhante Greg Kurstin, que com certeza vai fritar os aparelhos de som daqui até Fukuoka. Comece a guardar dinheiro para um novo aparelho de som agora. Foi mal aí. É enorme.

O disco se chama Concrete And Gold, será lançado no dia 15 de Setembro e tem mais reviravoltas do que uma sessão do senado. Como uma caixa de chocolates muito barulhentos. Espero que vocês estejam com fome.

E qual a melhor forma de celebrar o álbum mais grandioso que já fizemos senão convidar 50 mil de vocês para pirar com 22 de nossas bandas favoritas no dia 7 de Outubro, no Glen Helen Regional Park? É isso aí. A gente dá uma puta de uma festa, sabe…

Te vejo por lá. Vai ser foda.

Tchau, DG.

Confira abaixo a tracklisting:

01. T-Shirt
02. Run
03. Make It Right
04. The Sky Is a Neighborhood
05. La Dee Da
06. Dirty Water
07. Arrows
08. Happy Ever After (Zero Hour)
09. Sunday Rain
10. The Line
11. Concrete and Gold

Por Stephanie Hahne

CONCRETE AND GOLD USA TOUR dates on foofighters.com

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Este vídeo do Dave Grohl dançando com sua filha no show do Prodigy é o que você precisa ver hoje

Dave e Violet pirando ao som de “Nasty”, do The Prodigy. Screeshot do vídeo por @cwpdotcom/Instagram

Que Dave Grohl é um homem de gosto musical variado a gente sabe, mas você consegue imaginar o cara fritando em um show de música eletrônica? Pois rolou, e ele não estava sozinho!

Durante a passagem do Foo Fighters pelo Secret Solstice Festival, na Islândia, Dave foi flagrado pulando e dançando com a filha mais velha, Violet Maye, de frente para o palco onde o grupo de EDM The Prodigy se apresentava. O vídeo rolou enquanto os caras tocavam “Nasty”, hit do grupo, e a dupla parecia bem animada apesar da chuva. Assista ao fim da matéria!

Vale lembrar que Harper Willow, filha do meio de Grohl, também deu as caras pelo festival. Na metade do show dos Foos por lá, a menina de oito anos subiu ao palco para tocar bateria na cover de “We Will Rock You”, do Queen. Clique aqui para ver os vídeos e setlist da apresentação.

Por Stephanie Hahne